Marcas Nativas Digitais: como elas fazem o marketing acontecer

Marcas Nativas Digitais: como elas fazem o marketing acontecer

Marcas nativas digitais, você sabe o que é? O termo é simples de se entender, o nome explica (quase) tudo: são marcas nascidas no ambiente digital, ou seja, na internet. O termo correto, em inglês, é Digitally Native Vertical Brand, e em português, Marcas Verticais Digitalmente Nativas.

Ele foi criado pelo empresário Andy Dunn, CEO da Bonobos, que define as tais marcas nativas digitais como empresas que se relacionam diretamente com o consumidor final do seu produto. E isso é feito desde a primeira conversa até o atendimento pós-compra. Como? Através de conteúdo e da comunicação people to people – ou seja, uma comunicação bem mais humanizada do que a utilizada pelos Serviços de Atendimento ao Consumidor mais tradicionais. No marketing, o raciocínio é o mesmo. Aliás, as ações de marketing dessas nativas digitais se baseia em muito conteúdo, de qualidade, e preferencialmente colocando o consumidor no centro da conversa.

Por isso a palavra “vertical” no termo original. Trata-se de um relacionamento construído, de forma próxima e o mais sincera possível. Dessa forma, todos os produtos de uma Marca Digitalmente Nativa são pensados pela comunidade em torno da marca, ou seja, não só pela equipe de desenvolvimento, mas pelos consumidores e seus feedbacks. Eles são ouvidos, no meio digital em especial, e seus pedidos atendidos na maior parte das vezes.

Então é assim que elas fazem marketing?

A criação de conteúdo é essencial para a construção dessa comunidade. E, sim, essencial também para o marketing. Quanto mais “íntima”, verdadeira e rápida for troca de ideias entre marca e consumidor, mais o marketing funciona para uma marca nativa digital. Não só o marketing, é claro, mas todo o desenvolvimento de produtos, a escalabilidade nas vendas, etc e etc.

Mas, se estamos falando de marketing, é bacana entender as ações voltadas para os pilares que sustentam esse formato de empresa. Toda a empresa, o seu conceito, a sua forma de agir perante o consumidor e não só o seu produto, são usados para o marketing! E quais são os pilares estamos falando aqui? Marca, produto, experiência. Especialmente da experiência. E isso quer dizer que é todo o contato que a pessoa tem com a empresa como um todo, desde a resposta de uma dúvida numa mensagem de whatsapp até o recebimento do produto em si. E se ele receber conteúdo de qualidade por email, sem essa de cupom de desconto, melhor ainda!

Ou seja, a experiência do consumidor conta muito para as marcas nativas digitais. E a explicação para isso é simples. Os consumidores nativos digitais não suportam mais ser enganados, gostam de agilidade na comunicação, não curtem burocracia e muito menos propaganda em moldes convencionais. Eles querem ser ouvidos, respeitados e adoram ser surpreendidos! Eles desejam que o contato com a marca seja constante e vertical – algo típico em uma comunidade ou um grupo de rede social.

O atendimento personalizado é uma tendência que o consumidor está buscando cada vez mais, e as empresas nativas digitais entenderam isso de forma exemplar. Aliás, não só aplicam a personalização no atendimento, como também e especialmente na criação de produtos tão personalizados quanto! É o que faz uma startup de shampoos customizados, a JustForYou, por exemplo, que cria fórmulas exclusivas através de um quiz online.

Mais sobre o marketing, mesmo aquele que não se vê

As marcas nativas digitais, através dessa comunicação ativa e transparente, conseguem entender o comportamento de seus consumidores e desenvolver e cocriar soluções para a própria marca. Elas também podem e devem ser mais criativas dentro dessa relação que acontece quase 100% no mundo online. E, claro, elas podem e muitas vezes  também expandem seus negócios para o offline – por que não? Afinal, se no mercado atual, empresas físicas migram para o meio online, principalmente para buscar novos consumidores e alavancar seus negócios, o contrário também vale. A diferença é que as nativas digitais estão muito mais alinhadas com as tendências, o futuro e, portanto, estão à frente.

As marcas nativas digitais começam quase sempre pelo conteúdo – construindo sua comunidade gerando conteúdo de valor e muita conversa. Elas não focam na venda do produto, mas sim em oferecer uma solução, ideia, um propósito e em dividir conhecimentos com os “fãs”.

Lembre-se; a entrega da marca é parte do marketing, mas não superficialmente – ela é o maior exemplo desse relacionamento da empresa com o consumidor. E prestar atenção nessa experiência é essencial em todas as fases do relacionamento com cada cliente!

Como estamos falando de nativos digitais, tanto a marca quanto o consumidor, é preciso apenas lembrar: o universo digital é o grande facilitador. É nele que se torna bem mais fácil encontrar pessoas que se identificam com o propósito da marca, que desejam aquele produto, que são impactadas por essa ou aquela comunicação. O ambiente on-line é o centro de tudo, juntamente com o cliente – sem um dos dois não é possível criar a comunidade necessária para o marketing e para o sucesso das marcas digitalmente nativas.

Que tal usar outras estratégias das nativas digitais?

A forma como são pensadas, focando no consumidor, buscando uma relação profunda com ele, é uma bela estratégia de uma marca nativa digital. E, claro, é algo que pode ser replicado em qualquer negócio. Trazer produtos e serviços inovadores também. Isso, aliás, afinal faz com que estas empresas sejam diferenciadas e estejam sempre atentas ao que o consumidor quer, antes mesmo que ele tenha consciência disso.

Outras estratégias interessantes para serem repicadas são: coleta de dados mais aprimorada dos clientes, redução de custos e comunicação entre os canais de atuação integrada para melhoria na experiência do cliente.

 
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